Vendo MacBookPro 13.3″

Peguei esse notebook novo em agosto de 2010. Comprei-o juntamente com uma capa acrílica transparente (que acompanha o produto) para proteger de possíveis arranhões.

Meados de maio de 2011, expandi a memória dele para 8 gb. O que também irá acompanhar o conjunto.

Ao sair a atualização do OS X Lion, eu efetuei a compra da mesma, que também irá acompanhar o notebook.

As fotos a seguir são do notebook que estou vendendo (fotos reais).


ESPECIFICAÇÕES:

Sistema Operacional: OS X Lion;
Processador: Intel Core 2 Duo 2.4Ghz 3Mb L2 Cache;
Memória RAM: 8Gb DDR3;
Tela: 13.3″;
Armazenamento: 250 Gb SATA;
Unidade de disco: Leitor e gravador de CD / DVD;
Teclado: retro iluminado (Controle de luminosidade do teclado através de teclas no próprio teclado);
Bateria: Dura 7 horas dependendo da utilização;
Conexão: Bluetooth, Wi-fi, Cabo;
Periféricos: Leitor de cartões interno;

Mais detalhes diretamente no site da Apple: http://support.apple.com/kb/SP583?viewlocale=pt_BR

ACOMPANHA:

  • Notebook;
  • Case em acrílico transparente para proteção;
  • Carregador de parede;
  • OS X Lion instalado;

Valor: R$2.500,00

Valor: R$2.375,00

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“Internautas fogem de sites com muito anúncio e cerco ao usuário, diz estudo”

“Uma pesquisa feita nos Estados Unidos descobriu que 52% dos consumidores norte-americanos maiores de 16 anos já se escreveram para receber novidades, seguiram o perfil ou ainda “curtiram” a página de uma empresa. Mas, apesar do número alto, quase um terço desses internautas desiste de manter o contato.

O estudo, feito pela Research Revelation, empresa de marketing especializada em pesquisas, escutou 1.500 consumidores. Eles apontaram o excesso de posts, tweets ou e-mails e a insistência em fazê-los comprar como o maior motivo para abandonar os perfis das empresas.
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Educação

Pra quem não sabe, sou um ouvinte do PodCast Café Brasil.
Estava a algum tempo querendo comentar em um de seus episódios, pois bem, o dia chegou.
O assunto a qual ele abordou me fez pensar bastante e gerar o texto que acabei trazendo meu comentário para cá.

O assunto tratado se refere a educação, gerações e assuntos correlatos.
O episódio dele pode ser encontrado através desse link.
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“Google admite rastrear usuários da Apple”

Google e outras empresas de publicidade rastreavam por cookies os hábitos de usuários do browser da Apple, o Safari.

O Google e outras empresas de publicidade rastreiam hábitos online de usuários de iPhone que usam o browser padrão da Apple, o Safari, informou nesta sexta-feira, 17, o The Wall Street Journal.

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“As empresas usaram uma codificação especial de computação que ‘engana’ o programa Safari Web da Apple para a navegação na rede e permite vigiar muitos usuários”, diz o texto do jornal sugerindo que o Google teria burlado a proteção existente para esse tipo de ação.

De acordo com a publicação, depois que a reportagem entrou em contato com o Google para tratar do assunto, a empresa desativou a codificação. Jonathan Mayer, pesquisador de Stanford, foi quem detectou a codificação que o Google usava.

O técnico Ashkan Soltani, a pedido do WSJ, constatou que 22 avisos nos 100 sites mais visitados instalavam o código de acompanhamento do Google em um computador de testes, e alertas em 23 páginas faziam o mesmo em um buscador do iPhone.

“A técnica vai muito além desses sites, no entanto, uma vez que a codificação é ativada, o Google rastreia a navegação dos internautas em grande parte das páginas da rede”, indicou o jornal. As outras companhias de publicidade online que usaram técnicas similares incluem a Vibrant Media Inc., a WPP PLC’s Media Innovation Group LLC e a PointRoll Inc.

Assumido. Uma porta-voz do Google assumiu a prática do rastreamento, mas disse que tudo era restrito a usuários que autorizavam previamente o acompanhamento dos dados. Leia a tradução da nota assinada pela vice-presidente global de comunicações e relações públicas, Rachel Whetstone:

“O WSJ descaracteriza o que aconteceu e por quê. Usamos a funcionalidade conhecida do Safari para fornecer recursos que usuários do Google aceitaram ter. É importante ressaltar que esses cookies de publicidade não recolhem informações pessoais.

Ao contrário de outros grandes navegadores, o Safari da Apple bloqueia cookies de terceiros por padrão. No entanto, o Safari libera vários recursos da web para seus usuários que dependem de cookies de terceiros, tais como o botão “Curtir”. No ano passado, começamos a usar essa funcionalidade para habilitar os recursos no Safari para usuários que optaram por ver anúncios personalizados e outros conteúdos, tais como a possibilidade de dar “+1″ em coisas que lhes interessam.

Para ativar esses recursos, criamos um elo temporário de comunicação entre o Safari e servidores do Google, para que pudéssemos verificar se os usuários do Safari também possuem conta no Google, e haviam optado por este tipo de personalização. Mas projetamos isso para que a informação que vai do usuário no Safari para os servidores do Google fosse anônima – criando efetivamente uma barreira entre as suas informações pessoais e o conteúdo web que navega.

No entanto, a funcionalidade contida no Safari, em seguida, habilitou que outros cookies de publicidade aderissem ao browser. Não prevemos que isso iria acontecer, e começamos agora a remover esses cookies do Safari.”

A Electronic Frontier Foundation (EFF), entidade que tradicionalmente defende os direitos dos usuários na internet, lamentou o fato em um comunicado e disse que a notícia era ruim para o Google.

“É hora do Google reconhecer que ele pode melhorar seu respeito à privacidade de usuários da internet (…) Google, o momento finalmente chegou. Você precisa profissionalizar suas questões de privacidade para restaurar a confiança do seu usuário… É chegada a hora de um novo capítulo na política do Google sobre privacidade. É hora de se comprometer a dar aos usuários uma voz acerca do rastreamento de informações e, em seguida, respeitar os as sugestões.”

Fonte: Estadão

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“Justiça francesa multa Google por oferecer mapas de graça”

“Uma corte francesa decidiu que o Google é culpado de abusar de sua posição dominante com o Google Maps, e o condenou a pagar multa e compensação por danos a uma empresa francesa de mapas.

Segundo a AFP, a Bottin Cartographes argumentou que o Google planejava oferecer o Maps de graça até que todos os concorrentes fossem eliminados do mercado. Então, diz a empresa, o Google iria começar a cobrar pelo serviço: “a estratégia do Google era vender o produto a preços menores que a concorrência, absorvendo temporariamente o custo cheio, até ganhar controle do mercado”.
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“Com o IPO, quanto valem suas informações no Facebook?”

“Na quarta-feira, finalmente, o Facebook entrou com o pedido de oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de US$ 5 bilhões. A rede social apresentou os documentos à Securities Exchange Commission, órgão regulador do mercado financeiro dos Estados Unidos, após semanas de especulação sobre um dos IPOs mais aguardados da década. Esse é o primeiro passo para a entrada da companhia na bolsa de valores.
Fundado em 2004 por Mark Zuckerberg, quando ele estudava em Harvard, o Facebook conta atualmente com cerca de 800 milhões de usuários em todo o mundo. No Brasil, segundo dados divulgados juntamente ao pedido de oferta, são 37 milhões. Segundo o especialista em tecnologia da BBC Rory Cellan-Jones, o que está em jogo nessa oferta pública de ações é o valor que têm esses milhões de usuários.
“O mundo está aguardando a operação mais esperada desde o IPO do Google, fica claro que o que está à venda é você – usuário – e seus 800 milhões de amigos.” O Facebook, assim como o Google, está no setor de propaganda e introduziu uma maneira radical de atingir seus consumidores, afirmou Cellan-Jones. “Com o Google, isso ocorria pelas nossas buscas; com o Facebook, pelos nossos ‘Curtir’ e outras informações que colocamos livremente no site.” Continue lendo

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SOPA + PIPA = O Fim da internet

O projeto SOPA (Stop Online Piracy Act, em português, Ato contra a pirataria online) junto com o outro projeto PIPA (Protect IP Act, em português, Ato de proteção de IP), ambos, projetos norte americanos podem acabar de vez com a internet de forma como a conhecemos.
Esse projeto tem por objetivo fazer com que o Governo consiga censurar controlar a pirataria online, simplesmente possibilitando que o site seja tirado do ar.

Pra entender isso é usado um exemplo bem simples:
Você, na figura de um usuário da internet, faz um vídeo de uma festa de família e de fundo está tocando uma música do David Guetta. Você então publica esse vídeo nada mais nada menos que no YouTube.
O Governo americano, por você ter utilizado um conteúdo com propriedade intelectual, tira o SITE YOUTUBE do ar.

Está certo isso?
Não né!

A princípio vários sites americanos irão sair do ar com o intuito de protesto no dia de amanhã (18/01/2012).
Entrarei nessa também, o site ficará indisponível por 24 horas (Horário de Brasília).

Abaixo um vídeo feito em conjunto sobre o SOPA e também links para caso você queira pesquisar mais a respeito:

  • http://adrenaline.uol.com.br/internet/artigos/191/sopa-vai-destruir-a-internet-livre.html
  • http://itweb.com.br/52438/wikipedia-ficara-fora-do-ar-em-protesto-a-sopa/
  • http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/wikipedia-ficara-fora-do-ar-na-quarta-feira
  • http://www.1stwebdesigner.com/design/how-sopa-pipa-can-affect-you/
  • http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5562743-EI12884,00-Google+publicara+protesto+ao+Sopa+em+sua+pagina+inicial.html
  • Não podemos ficar quieto!

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